O uso indevido de informação relevante pode gerar investigação da CVM, multas, responsabilização individual e dano reputacional imediato.
O Treinamento de Insider Trading para Empresas foi desenvolvido para bancos, gestoras, seguradoras e companhias abertas que operam sob alta exposição regulatória e precisam fortalecer a cultura de responsabilidade informacional.
Programa prático. Linguagem executiva. Foco comportamental.
Solicite uma proposta personalizada.
No mercado de capitais, a exposição regulatória raramente começa com um grande escândalo.
Ela começa com decisões cotidianas mal avaliadas.
Um investimento pessoal feito no momento errado.
Uma informação comentada de forma informal.
Um conflito que não foi declarado.
Pequenos desvios podem gerar grandes consequências.
Riscos comuns no mercado:
⦁ Negociações pessoais em períodos sensíveis
⦁ Conflitos de interesse não declarados
⦁ Compartilhamento informal de informações estratégicas
⦁ Falhas em períodos de blackout
⦁ Comunicação inadequada antes de divulgações oficiais
Em ambientes regulados, a exposição não depende apenas de intenção — depende de percepção, contexto e governança.
E governança eficaz não reage.
Ela antecipa.
Insider Trading é a utilização indevida de informação relevante ainda não divulgada ao mercado, da qual uma pessoa tenha conhecimento, para negociar valores mobiliários e obter vantagem para si ou para terceiros.
No Brasil, pode gerar:
⦁ Processo administrativo na CVM
⦁ Multas elevadas
⦁ Inabilitação de administradores
⦁ Responsabilidade criminal
⦁ Impacto reputacional imediato.
Quer saber como prevenir o Insider Trading na prática? Conheça cinco controles essenciais para reduzir riscos e fortalecer a integridade no mercado de capitais.
O treinamento de Insider Trading da TothBe é estruturado para gerar conscientização prática e fortalecer a tomada de decisão responsável em ambientes de alta exposição regulatória.
100% online, o programa permite capacitação ampla com controle, rastreabilidade e padronização de conteúdo — essencial para instituições reguladas.
A metodologia combina:
⦁ Gamificação estratégica, que aumenta engajamento e retenção;
⦁ Cases práticos inspirados em situações reais do mercado brasileiro;
⦁ Simulações de dilemas executivos e zonas cinzentas;
⦁ Linguagem objetiva, alinhada ao mercado financeiro.
Além da experiência de aprendizagem, a TothBe entrega:
⦁ Relatórios de acompanhamento e certificado, alinhados às exigências de governança e compliance;
⦁ Indicadores de conclusão e performance;
⦁ Customização para integração com políticas internas da instituição.
O resultado é um treinamento animado que não apenas informa, mas cria lastro documental, fortalece cultura de integridade e reduz vulnerabilidades comportamentais.
Prevenção eficaz exige método, clareza e evidência.
É isso que a TothBe entrega.
Se sua organização atua no mercado de capitais, a prevenção ao insider trading não pode ser tratada como formalidade.
A TothBe estrutura treinamentos executivos, objetivos e aplicáveis à realidade do setor financeiro.
Conheça as principais dúvidas sobre nossos treinamentos.
Insider trading é o uso indevido de informação relevante ainda não divulgada ao mercado em negociação com valores mobiliários, com a finalidade de obter vantagem para si ou para outra pessoa. A prevenção exige que quem tenha acesso a informações privilegiadas compreenda os limites para sua utilização, compartilhamento e negociação.
O treinamento é especialmente relevante para organizações cujos colaboradores, administradores ou terceiros possam ter acesso a informações relevantes ainda não divulgadas ao mercado, seja sobre a própria empresa, clientes, investidores, empresas do grupo ou outras organizações com as quais mantenham relacionamento profissional.
Isso pode ocorrer, por exemplo, em companhias abertas, instituições financeiras, gestoras de recursos, corretoras, bancos, holdings, empresas que participam de operações societárias e organizações que prestam serviços jurídicos, financeiros, contábeis, de auditoria ou consultoria.
Mais do que o setor de atuação, é importante avaliar se existem pessoas que, em razão de suas funções ou relacionamentos profissionais, tenham acesso antecipado a informações capazes de influenciar decisões de investimento ou negociações no mercado de capitais.
A exposição não se limita à alta administração. Dependendo da organização, informações relevantes ainda não divulgadas podem circular por áreas como Diretoria, Conselho, Relações com Investidores, Jurídico, Compliance, Financeiro, Controladoria, Contabilidade, Estratégia, Fusões e Aquisições (M&A) e Auditoria, entre outras.
Terceiros que participam de determinadas operações ou têm acesso a informações confidenciais também podem estar expostos ao risco. Por isso, identificar quem tem acesso a informações relevantes antes de sua divulgação ao mercado é um passo importante para definir quais públicos precisam receber orientação e capacitação.
Sim. O risco não está apenas em negociar valores mobiliários utilizando informação privilegiada. A Lei nº 6.385/1976 também prevê consequências para quem, nas condições previstas pela legislação, repassa informação sigilosa relativa a fato relevante a que teve acesso em razão de seu cargo, posição ou relação comercial, profissional ou de confiança com o emissor.
Por isso, a prevenção deve abordar tanto a negociação quanto os cuidados com o acesso, o uso e o compartilhamento de informações.
O uso indevido de informação privilegiada pode gerar consequências administrativas e penais, além de impactos financeiros e reputacionais. A Lei nº 6.385/1976 tipifica como crime determinadas condutas relacionadas ao uso indevido de informação relevante ainda não divulgada ao mercado e prevê pena de reclusão e multa.
Para as organizações, situações envolvendo insider trading também podem resultar em investigações, processos regulatórios e impactos sobre a confiança de investidores e do mercado.
O treinamento ajuda as pessoas expostas a informações relevantes a reconhecer situações de risco e compreender o que pode ou não ser feito antes da divulgação de determinadas informações ao mercado. Também contribui para tornar políticas e regras internas mais claras, orientando sobre negociação de valores mobiliários, tratamento de informações, dever de sigilo e procedimentos que devem ser observados diante de situações de dúvida.
Sim. A TothBe pode desenvolver o conteúdo considerando as políticas de negociação e divulgação, regras internas, públicos expostos e situações de risco específicas da organização. Também é possível transformar documentos e políticas existentes em situações práticas, casos, desafios e tomadas de decisão, aproximando o treinamento da realidade dos participantes.
O treinamento é 100% online, animado e desenvolvido para o ambiente corporativo, utilizando situações práticas, storytelling, quizzes, desafios e recursos de gamificação para tornar um tema técnico mais claro e envolvente.
Pode ser realizado na plataforma da TothBe ou disponibilizado no LMS da empresa em formato SCORM. O conteúdo também pode integrar uma trilha personalizada de acordo com as necessidades da organização.
Além de disponibilizar o conteúdo, é importante que a organização possa acompanhar as ações de capacitação realizadas. Avaliações de aprendizagem, registros de participação e conclusão, relatórios e certificados ajudam a mensurar resultados, apoiar a governança do treinamento e manter evidências das ações de capacitação.
A TothBe transforma conceitos jurídicos, regras internas e situações do mercado de capitais em casos práticos, dilemas e tomadas de decisão que aproximam o conteúdo da realidade dos participantes.
Em vez de apenas apresentar conceitos e proibições, o treinamento pode colocar o colaborador diante de situações como receber uma informação relevante antes de sua divulgação, participar de uma operação confidencial, conversar sobre informações sensíveis com outras pessoas ou ter dúvidas sobre a possibilidade de negociar valores mobiliários.
Com animações, storytelling, quizzes e desafios, o participante é estimulado a analisar situações, reconhecer riscos e compreender como agir, tornando um conteúdo técnico mais claro, aplicável e relevante para o dia a dia profissional.